... na busca dessa famigerada raça chamada Jornalistas 2.0 em Portugal
14
Out 09

Pronto, já tirei o "suicida" para não ferir susceptibilidades :-D.

 

Apenas publico este post porque prometi a mim mesmo que o faria todos os dias. Ridículo? talvez, mas sempre é uma estratégia que, ao fim de um dia de trabalho e da obrigatória lida doméstica, me lembra que há um mestrado para concluir!

 

Desabafos à parte, e após um dia de intensa reflexão (que também agradeço à Marília, pelos comentários que fez ao meu projecto) estou dedicidido a encontrar o mais rapidamente possível um enfoque mais claro (e sensato) para o meu trabalho. Na verdade, e parafraseando o que já referi na resposta ao primeiro comentário da Marília, admito de facto que, em tão pouco tempo, será difícil conseguir fazer um estudo decente sobre a utilização dos média sociais pelos jornalistas portugueses a não ser que focalize, alternativa número 1:  num só medium social ou ferramenta web 2.0 na qual seja mais visível a presença dos jornalistas portugueses. Nesse sentido, talvez optasse pelo Twitter (mas são tantas as ferramentas com potencial!!!

A alternativa, também pode passar por, em vez de seleccionar um só serviço e chafurdar-me nele como se não houvesse amanhã, escolher antes um aspecto específico da utilização do(s) média(s) social(ais) por parte dos "jornalistas 2.0" e explorá-lo . E aí as hipóteses voltam a ser imensas: recolha e acesso a fontes de informação (com os problemas éticos e deontoglógicos já apontados ao níve lda veracidade e credibilidade das informações), fomento da solidariedade profissional a partir da criaçao de redes com outros jornalistas, mudança (Informalização?) da relação com os públicos (ex: caso da Alberta Marques Fernandes no Twitter), auto promoção através das redes sociais, blablabla...

Dilema existencial a resolver nas próximas horas:


Focalizar o trabalho (e mais especificamente o estudo de caso) num só medium social (ex: Twitter) e estudo exaustivo sobre a utilizaçãoque lhe é dada nos vários níveis identificados?

OU

Exploração de um nível de utilização específico (ex: que ferramentas e estratégias é que os jornalistas portugueses com presença nos media sociais  utilizam para garantir a veracidade dos dados recolhidos nesses ambientes online) sem focalizar um só serviço (inclino-me mais para esta hipótese, confesso)?

 

Dada a urgência em encontrar uma resposta que satisfaça os intereses da investigação e os meus próprios interesses, tenho passado o dia a ler parte das referências bibliográficas recolhidas, a ver se tenho um "insight". Por enquanto, continuo à espera que um milagre aconteça na leitura do último - e interessantíssimo - Nieman Report, dedicado integralmente aos vários aspectos que tem marcado a relação entre o Jornalismo e os media sociais (termo que já devia ter usado há muito tempo em vez do limitativo e erróneo "redes sociais").

 

Boa noite a todos (ou só a mim....)


mais sobre mim
Tema do Projecto
JORNALISTAS 2.0: PROBLEMA OU OPORTUNIDADE NAS REDACÇÕES DA IMPRENSA DIÁRIA PORTUGUESA? (ainda em estudo. queria usar a palavra conversação algures...)
Autor
Tiago J. Reis
Âmbito
Mestrado em Comunicação Multimédia | Multimédia Interactivo pela Universidade de Aveiro
Ano Lectivo
2009/2010
Orientadora
Lídia Oliveira Hélder Bastos (co-orientador)
pesquisar blog
 
comentários recentes
Olá professor,Obrigado pelas informações. O cenári...
Olá Tiago. A data alternativa a 20 de Janeiro é na...
Eis algo que pode dar jeito: O projecto Beamups (w...
Sim, bastante pertinente para quem está a estudar ...
Concordo com a Teresa. Por acaso essa apresentação...
Esta apresentação está muito interessante: ilustra...
Na 2ª feira eu pergunto ao segurança.
Não dei conta, mas se entretanto ninguém a encontr...
Viva Tiago :PÉ só para te dizer que o I am Erasmus...
Guiei-me pela questão que tens ali ao cantinho, so...
blogs SAPO